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AÇÕES E TAREFAS

CGE divulga planos de atividades das áreas finalísticas do órgão para 2026


01 de Abril de 2026 às 08:57
Documentos estão publicados nos menus de cada área finalística no site da CGE e na aba Institucional/Instrumentos de Gestão
Ligiani Silveira | CGE-MT


Fachada da CGE no Centro Político Administrativo - Foto por: Michell Miranda - CGE/MT
CGE divulga planos de atividades das áreas finalísticas do órgão para 2026 - Fachada da CGE no Centro Político Administrativo
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A Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) publicou, em seu site institucional, os planos de atividades das áreas finalísticas para o exercício de 2026. Em alinhamento ao Planejamento Estratégico do órgão 2024-2027, os documentos contemplam as diretrizes e prioridades de atuação nas frentes de Ouvidoria e Transparência, Auditoria Interna, Corregedoria e Ações Estratégicas. Os documentos estão publicados nos menus de cada área finalística na página eletrônica e na aba Institucional/Instrumentos de Gestão.

O Plano Anual de Ouvidoria para 2026 prioriza o fortalecimento da participação social e a qualificação das informações públicas oferecidas ao cidadão. Entre as ações previstas estão a modernização dos sistemas de atendimento, o uso da ouvidoria como ferramenta de gestão e a melhoria no tratamento das manifestações, com redução do tempo de resposta e mais pedidos atendidos dentro do prazo legal.

O plano também prevê a avaliação das ouvidorias setoriais e avanços na transparência, com a atualização do Portal Transparência para atendimento ao Selo Diamante da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e o desenvolvimento de uma nova plataforma em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). 

Auditoria Interna

Já Plano Anual de Auditoria Interna para 2026 foi elaborado com base em critérios de risco, materialidade e capacidade operacional. Entre os focos estão a saúde — como a gestão hospitalar e a regulação de leitos —, incentivos do Programa MT Produtivo, folha de pagamento, convênios, transporte escolar, licitações e a infraestrutura da rede estadual de ensino, incluindo obras, manutenção e tecnologias educacionais.

O plano reforça a atuação da auditoria interna como instrumento de geração de resultados, voltado à melhoria da gestão, da governança e da eficiência dos recursos públicos. Como meta, estabelece a proporção de 2 para 1 em benefícios de controle — ou seja, para cada R$ 1 investido, espera-se gerar R$ 2 em retorno ao Estado —, com planejamento dinâmico baseado em cerca de 1.880 objetos auditáveis, revisados periodicamente conforme a evolução dos riscos.

Corregedoria

O Plano Anual de Corregedoria para 2026 tem como foco o fortalecimento da atividade disciplinar e a promoção da integridade no serviço público estadual, envolvendo agentes públicos e empresas contratadas pelo Governo do Estado. Entre as diretrizes estão a padronização de procedimentos, a uniformização de entendimentos e o aprimoramento dos fluxos de apuração, com monitoramento contínuo dos processos administrativos disciplinares.

Além da atuação corretiva, o plano prioriza medidas preventivas, como capacitação contínua dos servidores, orientações técnicas e disseminação de boas práticas. Também prevê o fortalecimento das políticas de integridade, a consolidação do uso do sistema e-PAD, a criação de um banco de conhecimento correcional e o aperfeiçoamento da responsabilização de pessoas jurídicas,

Ações Estratégicas

O Plano Anual de Ações Estratégicas para 2026 prioriza análises transversais e estruturantes, com foco na apuração de denúncias, inspeções e avaliações em áreas sensíveis da gestão. As ações são definidas com base em risco, materialidade e relevância, e contam com integração entre auditoria, correição, ouvidoria, tecnologia da informação e gestão, com ênfase em prevenção, emissão de alertas e indução de melhorias, além de monitoramento contínuo e geração de resultados mensuráveis.

Na prática, o plano abrange temas como gastos com passagens, publicidade e diárias, eficiência de aquisições, despesas com tecnologia da informação, auxílios financeiros, locação de mão de obra e qualidade do gasto público. Também reforça o uso de inteligência, dados e tecnologia — como cruzamento de informações e análise de indicadores — para identificar inconsistências e riscos. 

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