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Colaboradores da MTI participam da maior competição de inovação em tecnologia jurídica do mundo

A maratona global de desenvolvimento teve mais de 50 horas de duração
Gustavo Nascimento | MTI

- Foto por: Assessoria
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Colaboradores da Empresa Mato-grossenses de Tecnologia da Informação (MTI) participaram do Global Legal Hackathon, a maior competição de inovação em tecnologia jurídica do mundo. Durante uma maratona de 54 horas, profissionais do direito, designers, empreendedores e desenvolvedores se uniram simultaneamente em 50 cidades, de 24 países, para criar soluções para melhorar o acesso à Justiça.

O evento é realizado em três etapas: a local que ocorre em cada uma das 50 cidades-sede; a semifinal internacional que é disputada de forma virtual e a final internacional, que será realizada em Londres.

As equipes eram divididas em profissionais da área jurídica, empreendedores, desenvolvedores e designers e as equipes formadas por três a oito participantes.

Em Cuiabá, a MTI foi representada por seis colaboradores que integraram diversas equipes do evento, sendo que Guilherme Falcão da Silva Campos e Cristian Labra conquistaram a segunda colocação com uma solução que pretendia melhorar o acesso à Defensoria Pública de Mato Grosso.

A ideia consistia em romper as barreiras ao criar um chatbot com as Defensorias e facilitar o envio a abertura de processos, envio de documentos entre outras atividades.

Além da dupla vice-campeã, a MTI também foi representada por Patrícia Ladislau Silva, Hércules Brandão Dias, Sayuri Arake Joazeiro e Helder Jose Bastos Ramos.

MAIS QUE UMA MARATONA, UMA EXPERIÊNCIA DE VIDA

Para Cristian Labra, que integrava a equipe vice-campeã, muito mais do que a premiação, o Hackaton é uma experiência de vida.

“Esse não foi o primeiro evento deste tipo que eu participei e certamente não será o último. Ele serve para recarregar as nossas baterias e dar novo folego para as atividades do dia-a-dia. Nós voltamos com um outro olhar, com uma visão diferente das coisas e isso também passa a ser fundamental para desenvolvermos novas soluções tecnológicas para a MTI”.

De acordo com o gerente operacional da MTI, Hércules Brandão Dias, o evento foi uma grande experiência tanto para área profissional, quanto para a área acadêmica. “Como profissional da área de TI e acadêmico do 6º Semestre do curso de direito, foi uma oportunidade de exercitar o conhecimento em tecnologia da informação e promover inovação, a competição durou 54h e ao final estávamos exaustos, porém, com sentimento de dever cumprido e ter contribuído por um acesso à justiça por meio da tecnologia da informação”, afirmou.

Segundo a analista de Tecnologia da Informação da MTI, Sayuri Arake Joazeiro, o networking adquirido neste tipo de competição é o diferencial. “O Hackaton nos coloca em contato com pessoas de vários órgãos, empresas, multinacionais, de diferentes áreas e linhas de atuação. Apesar de ser sim desgastante, ele é uma experiência incrível e por isso eu acho que todos deveriam participar em algum momento da vida”.

Sayuri ainda destacou todo o aspecto social envolvido. Ela estava no grupo junto com a Patrícia, que apesar de não ter sido o vencedor foi um dos mais ovacionados durante a apresentação final da etapa, criou uma solução que facilitava a vida dos surdos em todas as instâncias judiciais.

“Estávamos empenhados em criar soluções para incluir e levar Justiça a quem mais precisa, mas muitas vezes não tem justamente pelas dificuldades de acesso e falta de recurso financeiro. É o tipo de ação que dá sentido a todo trabalho que desenvolvemos”.