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MTI realiza Café Tech em celebração ao mês das mulheres

Gustavo Nascimento | MTI

- Foto por: Gustavo Nascimento - MTI
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A Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) realizou o Café Tech Girl Power, nesta segunda-feira (16.03), na Controladoria Geral do Estado (CGE). A edição especial em celebração ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher, contou com duas palestrantes e colaboradoras da MTI.

Este o 9º Café Tech organizado pela MTI, iniciativa criada para disseminar a cultura da inovação entre os colaboradores da empresa e neste mês contou com duas palestras sobre inovação e monitoramento dentro da área da Tecnologia da Informação (TIC).

Janine Ulrich é analista de sistemas e mestranda em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Em sua palestra: “Design Thinking e Business Model Canvas – MTI inovando com o cidadão” ela aborda importância de incluir o cidadão durante o processo de criação e desenvolver realmente focado nas necessidades e uso dele.

“Precisamos olhar para mais para ele, o cidadão, o objeto principal dos desenvolvimentos no serviço público e realmente perguntar e tentar entender o que ele pensa, como vai interagir com a plataforma e o que ele realmente precisa. Isso é fundamental para entender quais sãos as dificuldades dos nossos produtos e como podemos deixar eles mais atrativos e funcionais”.

A segunda palestra do dia foi ministrada por Patrícia Ladislau, analista de tecnologia da informação, responsável por administrar o monitoramento de T.I do Governo do Estado de Mato Grosso.

Em sua apresentação Patrícia abordou o seguinte tema: “Observabilidade e monitoramento com Opensource na MTI: benefícios e melhorias do operacional ao estratégico”.

Segundo Patrícia, por meio de ferramentas open source (código aberto) a MTI já realiza o monitoramento dos equipamentos e sistemas do Governo do Estado de Mato Grosso de maneira muito mais eficiente do que outras empresas que utilizam softwares pagos para isso.

Ela defende que o open source ainda abre uma série de recursos e funcionalidades que facilitam a criação de mais soluções ao mesmo passo que gera economia ao Estado.

“Se colocar na ponta do lápis, essa economia pode ser mais do que R$ 1 milhão, mas além disso nos coloca na vanguarda dos debates de monitoramento e tecnologia. Hoje conseguimos rastrear e prever melhor as possíveis falhas com um nível de detalhamento altíssimo”.